Assembleia do Paraná quer gastar mais R$ 28 milhões com cargos comissionados

No total serão 43 novos cargos comissionados; projeto foi aprovado na CCJ e logo vai a plenário

A Assembleia Legislativa do Paraná está prestes a criar mais 43 cargos comissionados. O custo anual da proposta é estimado em R$ 28 milhões ao ano. A ideia, segundo a Comissão Executiva, que é responsável pela direção da Assembleia, é ter mais gente para trabalhar nas comissões permanentes,além de dois cargos para atender a recém criada Bancada Feminina.

O projeto vai assinado pelos três deputados que têm os cargos mais importantes no Legislativo paranaense: o presidente Ademar Traiano (PSD), o primeiro-secretário Alexandre Curi (PSD), e a segunda secretária Maria Victoria Barros (PSD). No entanto, como diversos deputados serão beneficiados, aparentemente não haverá oposição significativa aos novos gastos.

Nesta terça-feira (18), o projeto passou rapidamente pela Comissão de Constituição e Justiça. O relator, deputado Jacovos, apenas disse que houve uma reunião de líderes e que os cargos são necessários para o funcionamento das três novas comissões criadas. “O deputado Renato Freitas, do PT, por exemplo, não tem ninguém com ele na Comissão de Igualdade Racial”, afirmou.

A aprovação na CCJ foi unânime. Agora a proposta tem que passar na Comissão de Finanças e depois vai a plenário.

Por enquanto, a proposta tramita cercada em silêncio. Nenhum dos responsáveis pela Comissão Executiva falou do tema nesta terça.

7 comentários em “Assembleia do Paraná quer gastar mais R$ 28 milhões com cargos comissionados”

  1. Maria Luzia demczuk

    Cargos aprovados p deputados que apoiam o governo Ratinho e p da oposição.
    Quando é p beneficiá los estão unidos .
    Umas das medidas contra a violência na escola será contratar 40 psicólogos, um p núcleo, imagine um profissional p atender o núcleo de curitiba, muitas escolas têm mais de 1000 alunos.
    Além dos cargos comissionados de ontem , foram aprovados p nobres deputados em dezembro 512 p judiciário.

  2. E ainda dizem que a CCJ – Comissão de Constituição e Justiça, funciona como um filtro, a serviço do interesse do cidadão. Tudo bem, tem gente adulta que acredita no Papai Noel.

  3. 43 cargos para 30 meses -> 1.290 vencimentos
    A grosso modo: R$73.300.000,00 / 1.290 = ±R$56.821 por vencimento

    “carguinhos” para os colegas…

  4. Uma vergonha, crime de lá crime, e o ministério público, tribunal de contas, não encheram isso, professor tem que fazer passeata, polícia tem que invadir assembleia e o aumento afeta a responsa ilidade fiscal e nem exposição de inflação pode, isso é pra aumentar o rachide desses canalhas. Isso deveria nem poder deixar votar, aí o estado eem dinheiro.

  5. Esses cargos criados também farão parte do “rachide” que o Barão da Rachadinha exerce na ALEP? Está na hora do MP chegar junto hein ….

  6. Tânia Maria Martins

    Nós professores , tanto estaduais como municipais, sabemos muito bem como é trabalhar com o mínimo de pessoas. Quando um concurso acontece, (benza Deus), nunca podemos ir avante em apresentar outras formas de aprendizagem a comunidade. Nunca conseguimos sair do mínimo de pessoal.

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