Por nossas bandas, eleição já foi comemorada como a festa da democracia. Mas, por conta do tremendo chega pra lá sofrido por Bolsonaro, o presidente da gripezinha, e da altamente previsível reação de bolsonaristas avessos ao jogo democrático, é preciso ter cuidado com o estrupício. Sinônimos: alvoroço, desordem, tumulto, banzé, bafafá…
E, segundo notícia do jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da tal gripezinha “foi aconselhado a evitar declarações públicas para que não seja envolvido em processos judiciais contra mobilizações e atos antidemocráticos de seus apoiadores, que pregam um golpe de Estado”.
Vale lembrar o velhíssimo ditado popular: “A esperança é a última que morre”.
Cada um na sua
Comemoração – pelas bandas do Ocidente ela teve origem em um decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, portanto, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces – uma voltada para frente e a outra para trás.
Voltando no tempo
– Para ganhar um ano-novo que mereça este nome é preciso merecê-lo; você tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano-Novo cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade
– Não pedi coisas demais para não confundir Deus que à meia-noite de Ano-Novo está tão ocupado.
Clarice Lispector
– Ano novo vida velha. A vida é mais do que calendários, fusos ou órbita gravitacional.
Carlos Heitor Cony
– Se chovesse felicidade, eu lhe desejaria uma tempestade. Feliz ano-novo!
Um anônimo (que não é o veneziano…)
– Não existem sonhos impossíveis para aqueles que realmente acreditam que o poder realizador reside no interior de cada ser humano. Sempre que alguém descobre esse poder algo antes considerado impossível se torna realidade.
Albert Einstein
– O objetivo de um ano novo não é que nós deveríamos ter um ano novo. É que nós deveríamos ter uma alma nova.
G. K. Chesterton

