Matando – no bom sentido – charadas da 2ª Guerra Mundial 

Uma delas era a imagem de uma cobra fumando, o que seria, e não para poucos, algo mais fácil de acontecer do que o Brasil pegar em armas

Um livro altamente recomendável traz a história do soldado João de Lavor Reis e Silva, o praça 1.929, e a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, revelando, inclusive, porque uma cobra fumando virou símbolo da FEB – a Força Expedicionária Brasileira. E o lançamento obra mereceu o devido destaque em registro da revista ISTOÉ, edição 2769, da semana passada:  

– Em Soldado Silva – João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso, assina biografia sobre o pai, que foi um dos aproximadamente 25 mil brasileiros que participaram da Segunda Guerra Mundial.   

A cobra muito diferente 

A expressão A cobra vai fumar era um ditado popular que significava algo difícil de ser realizado e, caso acontecesse, sérios problemas poderiam surgir. O ditado surgiu no início da Segunda Guerra Mundial – uma provocação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) aos mais pessimistas que diziam “é mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na Guerra”. 

Voltando ao texto da revista:  

– Ser convocado para a guerra provocava a decepção de um jovem: não só porque teria de abandonar o emprego, mas também porque lhe obrigaria a desmanchar o relacionamento com a namorada. “Maldito seja Adolf Hitler”, reagiu um rapaz. Pouco após a conquista do Monte Castello pela FEB, a guerra acabou com final feliz: os aliados venceram. E o jovem voltou para casa e casou-se com Elisa, com quem teve quatro filhos – Barone entre eles. 

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