O pedido de cassação do mandato do vereador Eder Borges (PP) na Câmara de Curitiba pode voltar à pauta do Tribunal Superior Eleitoral no próximo dia 3 de julho. O caso chegou a ser pautado neste mês, mas acabou não sendo julgado, embora a espera já dure dois anos e meio.
Borges se elegeu vereador por Curitiba em 2020 sem jamais ter apresentado a prestação de contas de sua campanha anterior – uma falta que necessariamente deveria impedi-lo de disputar o mandato. Apesar disso, o vereador conseguiu uma vitória na Justiça Eleitoral do Paraná.
A expectativa é que, como o TSE trocará dois ministros em julho, a pauta seja zerada antes disso, o que inclui o julgamento do vereador de Curitiba. Caso Eder seja cassado, quem assume o mandato como vereador em Curitiba é Mestre Pop (PSC).
No mandato, Eder Borges, ex-integrante do MBL, tem se caracterizado por pautas da extrema direita e posições contrárias aos direitos humanos.


O pessoal do hip hop curitibano cantou fino e não pediram pela cassação desse sujeito numa reunião na câmara municipal para entrega de carta de repúdia. Um monte de homem covarde que fala grosso no microfone e nos grupos de whatsapp, mas mandam bilhetinho pedindo com licença e por favor. só uma moça branca que exigiu a cassação do Eder Borges. Os assessores do vereador Vanhoni e Deputado Dr Antenor disseram para não pedir pela cassação do Eder Borges. Ambos são do PT. Tinha um advogado anti-racista do pt lá tbm, que tbm não pediu pela cassação do Eder. É o PT que vem protegendo Eder Borges.
Por qual motivo esse cidadão ainda não foi cassado? Seria porquê não é preto? Ou seria porquê ele não do PT ou da esquerda? Este sujeito nem poderia ter assumido o cargo, já que não prestou contas da campanha anterior!
A nossa Câmara Municipal, tão inútil, tão subserviente aos prefeitos de momento, tem nesse vereador a voz estridente do febeapa que assola as coisas públicas.
Se cassado, será benéfico para toda a comunidade curitibana.