O advogado Diogo Busse foi nomeado para trabalhar no governo federal na última semana. Especializado no debate sobre drogas, o paranaense, que nasceu em Londrina e vive em Curitiba, será o novo coordenador geral de reinserção social da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos.
Busse, que tem atividade política e já foi candidato a vereador pelo PDT (no momento, é primeiro suplente na Câmara de Curitiba), tem trabalhado entre outras coisas pela facilitação de acesso a medicamentos à base de canabidiol e THC para pessoas que precisam da cannabis para diversos tipos de tratamento.
Em Curitiba, já foi coordenador da política municipal para drogas na gestão de Gustavo Fruet (PDT), entre 2013 e 2016. Nesse período, segundo ele próprio, a principal meta foi deixar de ter um olhar de repressão para a substância e passar para um olhar que se preocupasse principalmente com a situação do usuário.


O enfoque que dão, ao colocarem o dependente como protagonista da sociedade, é ilógico e absurdo, e faz com que não se tratem.
Disso vemos o aumento de zumbis vagando pelas ruas, adquirindo doenças diversas e contaminando-se uns aos outros. A morte é consequência direta e imediata.
Fechar os olhos a isso é muito triste.
A maioria das comunidades terapêuticas de Curitiba são aliadas a questão religiosa, ou seja , para permanecer no local, tem que virar evangélico .
Isso precisa mudar urgentemente e oferecer tratamento realmente terapêutico para o vício.
Diogo Busse???? De onde veio esse nome e quem decidiu?
Mais um “político” manufaturado na Brinquedos Estrela do PT Grupo Declatra num palacete do Batel?!
Tem a Barbie Ana Julia Ribeiro e o Bob Diogo Busse.
Aonde que dá corda ou é à pilha?
Como que ficou o processo dele contra a imigração dos Estados Unidos? Foi o Diogo ou o irmão dele?
Me lembro que ele foi discriminado e humilhado por eles.
O Diogo é bom, mas o Renato Freitas é muito bom e é um ativista muito mais ativo na área, mas ele é preto e as chances dele ser reconhecido pelo expertise dele são bem reduzidas num PT Paraná sob o comando do presidente sem eleição, anti-democrático e ex-assessor de gabinete da Gleisi Hoffmann, Arilson Chiorato. O racismo no PT PR fede como a latrina de um banheiro químico em dia de sol e feijoada.
Vale registrar que o “tratamento” o qual o Diogo promove não é tratamento, primeiro que não há recuperação se você conceder mais drogas ao paciente, mesmo que por redução de danos. Visto que o dependente químico não consegue criar inteligência emocional se estiver entorpecido. Mas podem dizer, ahh, mas na redução de danos, poderemos controlar o uso e administrar a abstinência, neste caso o cérebro se adapta pois sabe que terá a droga. Dúvida? Coloca um dependente químico no meio de pessoas usando droga, ele pode não usar, mas seus sinais cerebrais estarão funcionando como se estivesse em uso.
Isso é um absurdo, como dependente químico em tratamento há 8 anos, me sinto violentado em ler isso, sabendo que há pessoas sérias que deveriam fazer parte desta discussão, mas não são consideradas por não fazer parte do hype da política elitista do país. Infelizmente vamos penar por mais alguns anos até chegarmos onde devemos chegar.
Indico a Dra. Simone Pereira, o Dr. Rafael Mestres e o Psiquiatra Dr. José Leão de Carvalho Junior, que iriam refutar esses ideais do senhor Diogo com exemplos e muita ciência. NÃO EXISTE TRATAMENTO PRA DEPENDÊNCIA QUÍMICA COM DROGAS!!!