Zombie Walk reúne 22 mil pessoas em domingo de carnaval chuvoso

Desfile que marca carnaval curitibano há 13 anos reuniu mais gente que as escolas de samba

A Zombie Walk, uma das atrações mais populares do carnaval de Curitiba, atraiu cerca de 22 mil pessoas neste domingo (19), segundo a prefeitura da cidade. Os participantes saíram por volta de meio-dia da Boca Maldita e fizeram a tradicional caminhada até a Praça Santos Andrade. Lá, houve música e apresentações, incluindo a clássica “Thriller”, de Michael Jackson.

A chuva que tinha dominado a manhã curitibana e o desfile dos zumbis sofreu apenas com uma leve garoa na maior parte do tempo. E a falta de sol nem foi um problema, já que os vampiros nem poderiam resistir a uma luz mais forte.

Mas a principal atração, como de costume, foram as fantasias dos integrantes. O bloco, que tem participação livre, atrai tanto crianças quanto adolescentes e adultos, que se vestem como se estivessem indo para uma festa de horror: além dos zumbis que dão título à brincadeira, há vampiros, diabinhos e monstros de todo tipo.

Zombie Walk

A Zombie Walk existe há 13 anos em Curitiba e começou como uma brincadeira entre amigos. Hoje, junta mais gente do que o desfile das escolas de samba da cidade – a prefeitura estima que 18 mil pessoas assistiram à passagem das escolas pela Marechal Deodoro na noite do sábado.

Cinco bandas de rock se apresentaram no desfile. As atrações foram as bandas curitibanas Live Transmission, Galacto, She is Dead, Kiss Experience e Atrocitus, de Campina Grande do Sul, Região Metropolitana de Curitiba.

7 comentários em “Zombie Walk reúne 22 mil pessoas em domingo de carnaval chuvoso”

  1. concordo com o comentário que diz que o carnaval tem que ir pro Centro Cívico. Sou 7a geração de Curitibanos e adoramos carnaval. Respeitem quem gosta de carnaval e parem de ficar imitando coisa do capitalista Estados Unidos.
    Carnaval é real, baseado nas religiões afro-descendentes. Parte da nossa cultura BRASILEIRA! E Curitiba é Brasileira! Carnaval é a cultura da nossa cidade também!
    Zumbi não existe seus zé mané!

  2. A prefeitura se dispôs a zelar pela segurança dos foliões, seja grato(a) por isso.
    Fica claro o pré conceito da pessoa reclamante. Ao invés de ir se divertir, prefereiu criticar igrejas, pessoas e autarquias.
    E pra piorar a infeliz postagem, a pessoa faz defesa e apologia as drogas, a libertinagem entre outras defesas infelizes.
    Quanto a reuniões de umbanda, existe local apropriado para isso.

    Lembre-se, a grande maioria dos Curitibanos. NÃO GOSTA DE CARNAVAL e ou SAMBA.

    Nossa cultura não é a mesma cultura de cariocas ou baianos. Estes sim possuem em suas essências o Carnaval. Fica a sugestão para quem gosta de Carnaval ir fazer turismo nestes estados carnavalescos.

    Respeite os hábitos e costumes Curitibanos.

  3. O carnaval das escolas de samba tem que ser melhor organizado no local. Tá muito apertado na Marechal Deodoro. Tem que mudar pra Candido de Abreu/Centro Cívico já pra 2024.
    Precisa de mais arquibancadas – mas não essas arquibancadas de hoje, umas que dê pra idosos, crianças e deficientes acessarem também! E tem que ter mais proteção contra a chuva, tem que começar bem mais cedo gente! Depois das 22h só banda de pagode e samba!
    A prefeitura de Curitiba evidencia seu racismo e violência contra religiões afro-descendentes quando taca um monte de policial armado com metralhadora nos dias de desfile. Pra que isso? Metralhadora em carnaval? Fica até ridículo pro policial empunhando a metralhadora, fazendo cara de mal na frente de uma loja de móveis e diante de uma rodinha de umbanda saldando os orixás, ou uma rodinha de gays vestidos de neon e com muito samba nos pés. Ou até mesmo a rodinha de catadores de lixo ou quisá, uma rodinha de gente fumando maconha. Qual o risco? Qual a necessidade de um policiamento com armamento tão pesado? Quando que esse mesmo armamento pesado faz patrulha dessa forma numa procissão católica ou evangélica?
    Faça-me o favor! O racismo e o mal comando da guarda municipal e polícia militar em Curitiba é palpável! Pessoal sem noção, acham que são tudo Rambo, não engajam o bom senso, dirigem carros grandes nas vias de pedestres no largo da ordem, uma falta de noção civil, quanto mais policial. Quem que faz o treinamento dessa gente?!
    A prefeitura tinha que fazer do carnaval uma oportunidade de aproximação e integração da população de Curitiba com religiões afro-descendentes, mudem pro centro cívico e façam ali no gramado do TJPR um tipo de festival da umbanda e candomblé por 2 semanas incluindo o feriado de carnaval. Uma coisa animada, podia até ser em várias outras partes de Curitiba, como no Barigui. As escolas ficariam no centro cívico num dia, daí iam pro Barigui no outro. Podia organizar grupos de olodum pra apresentações no Largo da Ordem. Podia ter campeonato de maquiagem pra carnaval, podiam ter maquiadoras com barraquinha pra fazer maquiagem do público. Curitiba tava muito silenciosa, morta que nem esses zumbis.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O Plural se reserva o direito de não publicar comentários de baixo calão, que agridam a honra das pessoas ou que não respeitem níveis mínimos de civilidade. Os comentários são moderados por pessoas e não são publicados imediatamente.

Rolar para cima