Depois de ler o noticiário do dia sobre a política nacional, que mereceu, entre outros destaques, mais uma jairzada de Bolsonaro, que chamou de “vagabundo” Alexandre de Moraes, nada mais nada menos do que ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há quem tenha ficado um tanto quanto pasmo.
Afinal, é que aprendeu, já quando criança, a respeitar os outros – e, mesmo assim, recorreu a certas afirmativas, não do indigitado, para quem a Covid-19 não passava de uma gripezinha. E selecionou algumas, sem contestação ou dúvida; ou seja, algo sobre o que não se pode duvidar, posto que categórico.
– As más companhias são como um mercado de peixe; acabamos por nos acostumar ao mau cheiro.
Provérbio chinês
– Um homem não pode fazer o certo numa área da vida enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível.
Mahatma Gandhi
– Confesso que o gênero humano não é tão mau como certas pessoas o apregoam na esperança de governá-lo.
Voltaire
– O demônio não soube o que fez quando criou o homem político; enganou-se, por isso, a si próprio.
William Shakespeare
– O meu ideal político é a democracia, para que todo homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado.
Albert Einstein
– O grande político se conhece pelo fato de os seus pensamentos viverem depois da sua morte ou da sua derrota.
Napoleão
– Como nenhum político acredita no que diz, fica sempre surpreso ao ver que os outros acreditam nele.
Charles de Gaulle
– O dinheiro é um bom criado, mas um mau senhor.
Francis Bacon
– Dentro de mim há dois cachorros: um deles é cruel e mau; o outro é muito bom. Os dois estão sempre brigando. O que ganha a briga é aquele que eu alimento mais frequentemente.
Provérbio índio americano
– Viver é muito perigoso.
Riobaldo, personagem de Guimarães Rosa em Grande Sertão – Veredas.

