Calma, gente! Nessa coluna obviamente não tem uma receita de como fazer gasolina em casa, porém, com a alta no preço dos combustíveis, soluções alternativas – e mais plausíveis – têm sido buscadas.
O valor dos combustíveis tem aumentado nos últimos anos, e é importante destacar que esse aumento se dá em razão de uma série de fatores, não só do ICMS, como muito se especula na internet, tá?
No Brasil, esse valor é reajustado levando em consideração a cotação do barril de petróleo no mercado internacional, e a variação do câmbio, pois a precificação deste produto é feita em dólares.
Além disso, conforme informações divulgadas pela Petrobrás, novos reajustes foram evitados nos últimos 57 dias. Porém, a guerra envolvendo a Ucrânia e a Rússia, gerou novo impacto no preço do barril de petróleo no cenário internacional, o que trouxe como resultado o aumento no valor dos combustíveis, e a impossibilidade de manter o congelamento dos preços.
E como isso chega ao posto de gasolina ao lado da sua casa?
Na saída da distribuidora de combustíveis, o preço médio do litro de gasolina passou de R$ 3,25 para R$ 3,86, o que revela um aumento de mais de 18% no valor! Todavia, essa mudança passou a valer a partir do dia 11/03/2022.
Assim, o aumento do valor dos combustíveis deve ser sentido pelo consumidor, a partir desta data. Ocorre que, alguns postos de combustíveis realizaram o aumento no valor de forma antecipada em todo território nacional.
E o que o consumidor pode fazer?
Nesse cenário, o consumidor pode denunciar os postos que realizaram tais alterações no Procon, pois essa prática é considerada abusiva em relação ao consumidor e fica sujeita à imposição de penalidades.
O Procon poderá notificar os postos de combustíveis, e caso seja constatado o abuso nos preços praticados, os postos poderão ser autuados para pagamento de multas entre R$ 700,00 a R$ 800 milhões, conforme informações divulgadas no site do Procon/PR.
Caberá ao Procon verificar o momento que essa alteração dos valores chegou aos postos de combustíveis – com a verificação das notas fiscais de entrada, por exemplo – em relação ao momento em que houve aumento do valor aos consumidores.
Essa denúncia pode ser feita pelo portal do Procon/PR, ou mesmo pelo site www.consumidor.gov.br.


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Enfim, a única vantagem que teria ao consumidor, seria alguns mínimos dias até o aumento no preço. No demais, multas e tudo mais nada nos beneficiária. Enquanto o governo não tomar uma atitude pra favorecer a própria nação, nosso pouco dinheiro vai sendo facilmente queimado.
O petróleo além de ser um poluente que causa aquecimento apresenta ciclos de desequilíbrios, causando transtornos a cadeia produtiva.
Temos outras matrizes energética que poderiam amenizar tais efeitos ruins. Bastaria o governo, ao invés de subsidiar o preço dos combustíveis, atrair empresas para produzirem baterias para carros elétricos ampliar alternativas e concorrentes.
Mas, a incapacidade de nossos políticos com seus tanques cheios e carros públicos não tem motivo para se preocuparem.
Enquanto países da Europa já tem seus veículos elétricos 75% da frota circulando.
Argentina país pequeno em relação ao Brasil tem mais linhas férreas que o Brasil…
Parabéns pela matéria. Excelente a abordagem da situação que vivemos. Resta saber se o preço lá fora que é em dólar baixar, haverá também redução aqui no Brasil.