A ausência de um segundo governo Bolsonaro obrigará Ratinho a inchar ainda mais seu secretariado com aliados políticos. Caso o presidente fosse reeleito, Ratinho poderia “terceirizar” alguns nomes para Brasília. O deputado federal Paulo Martins, por exemplo, que tentou o Senado e perdeu, poderia ser indicado a um cargo por Bolsonaro. Agora, só Ratinho pode salvá-lo do ostracismo.
Ratinho preferiu nem anunciar os nomes de seu gabinete até agora, justamente porque estava esperando para ver o que aconteceria no cenário nacional. Agora, já sabe: ninguém do bolsonarismo terá espaço em cargos federais: Itaipu, ministérios e segundo escalão, tudo ficou na mão do petismo. E lá, Ratinho, que foi firme no bolsonarismo, não apita nada.

