O vereador Osias Moraes (Republicanos), eleito em dezembro para o cargo de primeiro-secretário da Câmara de Curitiba, estaria utilizando um carro oficial sem identificação. O Plural recebeu fotos do carro, placas BEF3J14, sem a plotagem que é utilizada obrigatoriamente em todos os veículos alugados para vereadores.
A retirada da identificação dos carros, segundo o Plural apurou, foi uma das promessas da chapa eleita para a Mesa Diretora para este biênio. Em entrevista, o presidente Marcelo Fachinello (PSC) admitiu apenas que essa era uma preocupação dos vereadores e que o caso estaria sendo estudado, mas ainda sem nenhuma conclusão.
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Ao receber as imagens do carro sem caracterização, o Plural procurou o vereador Osias Moraes, tanto por telefone quanto por WhatsApp, sem sucesso. Depois de três dias sem resposta, a reportagem conversou com o chefe de gabinete do vereador, Geraldo Hélio do Amaral, que se recusou a confirmar até mesmo que o carro estaria descaracterizado, apesar das imagens que comprovam isso.
Segundo Amaral, a Mesa estaria decidindo sobre os adesivos dos carros e isso deve ser decidido já nos próximos dias. “Aguarde o desfecho”, disse, se recusando a dar mais informações.
Carros da Câmara
A alegação de Fachinello para a possível decisão de retirar a identificação dos carros é a “violência política” sofrida por vereadores. No atual mandato, dois vereadores foram enviados para responder no Conselho de Ética por terem sido vistos usando carros oficiais em situações que foram consideradas suspeitas. Não houve punições.
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Hoje, todo vereador tem direito a um carro oficial alugado pela Câmara, embora vários tenham decidido abrir mão de seu uso (dentre eles, o próprio Fachinello). No caso de vereadores que ocupam cargos de direção, como acontece com Osias Moraes, há um carro extra. Os adesivos de identificação ajudam a garantir que o carro será utilizado apenas para fins ligados ao mandato, e não para passeio ou atividades irregulares.
Os carros da Câmara não era identificados até 2021, mas no mandato de Tico Kuzma (Pros), os vereadores aprovaram a volta da obrigatoriedade do adesivo, num pacote de diminuição de gastos que também eliminou os selos pagos para os gabinetes.


A Carol Dartora do PT foi até Maringá ano passado, bem longe de Curitiba. Nada aconteceu com ela.
Vão na igreja que esse pastor evangélico Osias de Moraes frequenta e façam a pergunta pros fiéis dele, se eles concordam com o que ele fez. Nada vai acontecer com ele.
Mas falta divulgação dessas coisas pro povo conhecer melhor quem eles andam apoiando na política. Tanto da direita, quando da esquerda.
Essa APP e essa Igreja Universal só selecionam pessoas que mantém o status quo. Agora que o Renato Freitas saiu da câmara, a única oposição que existiu naquele lugar, esse pessoal vai deitar e rolar!
O Móveis Campo Largo e a Casas Bahia deviam usar a APP pra propaganda de guarda-roupas. As pessoas escolhidas pela APP pra política entram e ficam no cargo por décadas, sem falar muito, sem se desgastar muito, sem ser oposição efetiva, sem suar a testa, quanto mais a camisa. É mais fácil o eleitor identificar os professores políticos apoiados pela APP Sindicato e não votar pra eles, vote pra outros do mesmo partido, só pra ver como a coisa muda. O cheiro de naftalina vai até arder os olhos de tão acomodados que eles estão. E a mesma coisa pros pastores – se você é evangélico e sempre vota pra pastor, experimente votar num evangélico advogado nas próximas eleições. Não precisa mudar mto o voto pessoal, só um pouquinho pra grandes mudanças.
E se vc nunca sabe pra quem votar, pelo menos assista no twitter da CamaraCuritiba os vereadores falando sobre as coisas que nos afetam, como o aumento do IPTU e o policial matando filho do vizinho e ainda sem usar câmeras corporais – um equipamento que já é usado por policias do mundo inteiro há mais de 10 – 15 anos.