Uma carta pedindo votos para Bolsonaro levou o presidente da Lar Cooperativa Agroindustrial a ser denunciado para o Ministério Público do Trabalho. O caso ainda está sendo analisado pela procuradoria e se trata de mais uma situação em que patrões estariam tentando influenciar as pessoas a mudarem seu voto na eleição presidencial.
Na carta, Irineo da Costa Rodrigues, presidente da cooperativa, que tem sede em Medianeira, no Oeste do Paraná, afirma se preocupar “com a Lar, com meus filhos, meus netos e com as novas gerações”.
“A Lar tem gerado valor, pagando dividendos aos associados, participação dos resultados aos funcionários e intenso apoio a eventos sociais das comunidades. Para meus filhos e netos, como para as novas gerações, quero um país descente [sic] e com desenvolvimento”, afirma.
Rodrigues diz que “não quer se arrepender” no futuro por não ter se posicionado “para evitar um desastre diante do atual momento político”.
“Por isso, me dirijo a você, líder, a hora é agora, vamos falar com as pessoas e colocar estes dois cenários, estes dois mundos, pois precisamos estar conscientes para escolher. O presidente Bolsonaro trabalhou com equipe técnica, fazendo o melhor em um tempo difícil até que um tempo melhor surgisse para fazer ainda melhor, sempre com a marca de uma gestão séria. Pensemos nisto, sabendo que o caminho melhor para a nossa geração, para os nossos filhos e netos é reeleger o presidente Bolsonaro.”


Ele deu uma entrevista esses dias falando um monte de fake news, acho interresante quando ele diz que esta preocupado com o futuro dos filhos e netos todos milhonarios, Os funcionarios com salários baixos ele nunca se preocupou.
Quase todos os ricos são bolsonaristas. O assédio, a compra de votos, é tudo descarado, oficial.
Eles estão usando o dinheiro que tem e comprando votos nos 4 cantos do país. É um apoio ilegal, criminoso…abuso de poder econômico. Estão normalizando o ilegal. É crime eleitoral. Isso é um sinal muito claro de que o governo é patronal. A escolha é sua. Se quer um governo pró trabalhador ou pró patronal?