O PDT do Paraná fechou neste sábado a sua convenção definindo chapa completa para a eleição de outubro. E praticamente fechou as portas de vez para uma coligação com o PT de Roberto Requião.
A chapa do PDT terá Ricardo Gomyde (ex-deputado federal) como candidato a governo e a advogada Eliza Ferreira como vice. O partido sabe que a dupla não tem a menor condição de disputar a eleição de fato, mas preferiu lançar um nome próprio para reforçar sua posição.
Gustavo Fruet, principal liderança pedetista no estado, foi desde o princípio frontalmente contra a ideia de apoiar Requião, seu desafeto. Segundo ele, o PDT tem se firmado como a segunda força na capital (ganhou a eleição de 2012 com ele e ficou em segundo em 2020 com Goura) e não pode ir a reboque de outros partidos.
Por outro lado, muita gente no partido achava que o mais importante era ter uma candidatura viável contra Ratinho (PSD), o que significava deixar de lado a candidatura própria e apoiar Requião.
A chapa pedetista tem a professora Eneida Desiree Salgado como candidata ao Senado. Na chapa federal, a expectativa é apenas renovar o mandato de Fruet. Na estadual, além de reeleger Goura, o partido pretende conquistar mais uma ou duas vagas.


Galindo absolutamente antidemocrático quando afirma que o PDT não tem “condição” de disputar uma eleição. Virou mais um blogueiro submisso ao PT, Galindo?
PDT estadual fazendo m que nem o PDT nacional, na hora de defenestrar o Rato prefere “viajar para Paris” e lançar o Gomyde, aquele que utilizou votos de estudantes e quando teve a oportunidade de mostrar a que veio, se calou. Na época a retirada do ensino técnico do CEFET.
Acho que o Pdt não reelege ninguém, o psb deve ser outra legenda que some.