A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro trabalhou como gerente de vendas da vinícola Aurora, uma das três empresas implicadas no escândalo do uso de trabalho escravo no Rio Grande do Sul. A informação foi revelada em 2019, durante uma visita do então presidente Jair Bolsonaro (PL) às instalações da vinícola.
Segundo o presidente da vinícola, Itacir Pozza, a passagem de Michelle pela empresa se deu em 2004, quando ela ainda não era casada com o ex-presidente. Ela teria trabalhado no escritório de Brasília, segundo informam os jornais da região na época. Veja um registro de 2019:

A vinícola Aurora, assim como a Salton e a Garibaldi, foram envolvidas numa denúncia de trabalho escravo depois que a fiscalização atuou em uma fornecedora das três empresas. Funcionários seriam forçados a trabalhar quase sem pausa 15 horas por dia e chegavam a levar choques e borrifadas de spray de pimenta, além de comerem alimentos estragados e superfaturados.
As vinícolas alegam que não tinham como saber do que ocorria dentro da prestadora de serviços.


Que jornaleco militante!!!! Vcs não tem
Vergonha na cara!!!!
Está cansativa essa tentativa de associação de qualquer fato negativo aos Bolsonaro. Jornalismo do Brasil acabou. Brincando com a inteligência das pessoas.
Ah pronto. Agora a Michele é conivente com essa situação. Que ridículo! Mídia esquerdista.
Que jornalismo pobre e sem sentido. Que tem a ver 2004 com 2023? Muita água passou por baixo da ponte nesse período de tempo. Que escola de jornalismo frequentou o autor dessa matéria?
Segue sugestão de marca de suco de qualidade, NACIONAL e sem trabalho escravo. Não faz o menor sentido comprar produtos que são fruto de sofrimento extremo de seres humanos. “Batizada de Monte Vêneto, a marca foi fundada em 2007 a partir da Cooperativa de Sucos Monte Vêneto, ligada a assentamentos da reforma agrária e ao MST do Rio Grande do Sul. Por lá, eles produzem um suco de uva orgânico — que, inclusive, foi agraciado com uma Medalha de Ouro no 1º Concurso Melhores Sucos da Wine South America, uma feira internacional de vinho realizada em Bento Gonçalves (RS).”
Petezada busca ligação nem que seja 20 anos depois, jornal sem ética nenhuma. Daqui a pouco vão publicar que foi a Michelle que buscou na Bahia o pessoal e escravizou eles aqui em Bento Gonçalves.
Deixa eu ver se entendi: a ex primeira dama trabalhou há quase 20 anos, em um escritório em Brasília, numa função subalterna, para um empresa que escravizava funcionários no Rio Grande do Sul hoje em dia? Perdão, mas isso não é jornalismo.
patéticos… sensacionalismo podre
Mas o que uma coisa tem a ver com a outra?
E o que tem haver a Micheli com os fatos? Total alienação de quem escreveu. Não acredito que ainda tem pessoas ligando fatos de 2004 com os que ocorreram agora… sem noção.
Vamos deixar de consumir vinhos e sucos de qualidade, para dar lucros aos países de fora ?
Tudo porque o sul não apoiou o nove dedos?
Querem acabar com a produção nacional de qualidade e dar lucro para Argentina e Chile ?
Eu nunca vi um funcionário rural começar a trabalhar sem estar devendo para o patrao!
Boicote até às empresas apresentarem medidas que acabem com esse tipo de falcatrua, te garanto que rapidinho eles resolvem. Querem limpar o nome deles ou não? Eu já estou boicotando a Aurora, Salton e a Garibaldi.
Deveria, como em outros países, haver um boicote contra essas vinícolas. Não consumir produtos oriundos de trabalho escravo. Só palavras não bastam.
pq vcs só colocam áudio em algumas matérias?
Oi Gil, demora um tempinho entre a publicação do texto e a conversão em áudio. Só isso.