Câmara vira bagunça, mas Greca consegue aprovar PSS como queria

Não foi só em Brasília que a coisa pegou fogo. Na Câmara de Curitiba, teve vereador gritando uns com os outros nesta segunda. O motivo era, de novo, a contratação […]

Não foi só em Brasília que a coisa pegou fogo. Na Câmara de Curitiba, teve vereador gritando uns com os outros nesta segunda. O motivo era, de novo, a contratação de funcionários não concursados pela prefeitura.

Rafael Greca (DEM) aprovou a lei inicial e agora precisa da regulamentação para começar a contratar mão de obra mais baratinha para os postos de trabalho. A maioria dos vereadores, como sempre, disse sim, senhor. Mas houve quem chiasse.

As vereadoras Josete (PT) e Maria Letícia (PV) apresentaram emendas para tentar evitar que até vagas derivadas de aposentadoria sejam preenchidas sem concurso – e para limitar a 24 meses o período dos temporários. Aí o caldo entornou.

O líder do prefeito, Pier Petruzziello (PTB), chegou a interromper a líder da oposição, Noêmia Rocha (MDB), durante um discurso. Houve muito calor e pouca luz. Depois da troca de farpas, professor Euler (PSD) admitiu que tinha acompanhado todo o debate e mesmo assim continuava sem entender o que estava sendo discutido – tamanha a bagunça e a falta de argumentos mais sensatos.

No fundo, como sempre acontece, o prefeito conseguiu o que queria. E agora haverá centenas, talvez milhares de pessoas sem concurso trabalhando na prefeitura.

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