O ex-governador Beto Richa (PSDB) e o ex-prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT) tiveram resultados diferentes na eleição de 2 outubro: um virou deputado federal, o outro perdeu o mandato. Mas uma coisa os dois têm em comum – decidiram não declarar voto para presidente no segundo turno.
No caso de Beto Richa, há quem diga que o ex-governador chegou a pedir votos para Lula (PT) no primeiro turno da eleição, embora a candidata oficial de seu partido fosse Simone Tebet (MDB). Mas em declarações públicas, o tucano preferiu a discrição.
Fruet já assumiu uma inusitada neutralidade em 2018, no segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. Portanto, não chega a ser estranho que ele repita a dose agora – apesar de o seu partido ter declarado apoio oficial a Lula.


Sei não! Já vi o Beto Richa num evento de campanha esse ano falando bem do Bolsonaro e dos avanços que teve nesses últimos 4 anos de governo, mesmo com Pandemia. Acho que ele vai de 22 mesmo
concordo com o comentário acima. Um político sem posição não merece voltar ao Congresso.
Por isso Fruet não foi reeleito. Pior prefeito em décadas, e, como deputado, na ultima legislatura, teve um mandato apagado, e até covarde (vamos comparar com a Tabata Amaral? Não, seria maldade. Vamos comparar com o Tiririca).
E, agora, vem com neutralidade quando a democracia está em jogo. Merece o ostracismo.