Faltando dois dias para a eleição do novo presidente da Câmara de Curitiba, tudo indica que a candidatura mais forte é a do jornalista Marcelo Fachinello (PSC). Vereador de primeiro mandato, Fachinello tem dois cabos eleitorais que estariam sendo decisivos na formação da chapa: o vice-prefeito Eduardo Pimentel (PSD) e o deputado estadual Alexandre Curi (PSD).
Dentro da Câmara, Fachinello conseguiu apoio de dois outros vereadores que chegaram a estudar uma candidatura à Presidência. Um deles é Sabino Picolo (União), um dos mais antigos integrantes da Câmara de Curitiba e que já exerceu a Presidência em duas outras ocasiões (uma delas quando João Claudio Derosso perdeu o mandato, a outra como presidente eleito).
O outro integrante de peso do grupo é Osias Moraes (Republicanos), um dos líderes da bancada evangélica. Pastor da Igreja Universal, Osias em tese ainda pode se candidatar a presidente, mas a aposta hoje é que ele aceite ser primeiro-secretário de Fachinello. O posto de primeiro-secretário é o que dá mais poder na Câmara depois da Presidência.
Do outro lado, há um grupo de aproximadamente 11 vereadores que não pretende apoiar Fachinello – pelo menos até o momento. Esse segundo grupo é líderado por três vereadores: Pier Petruzziello (PP), líder de Rafael Greca (PSD) na Câmara; Alexandre Leprevost (Solidariedade), que tem o apoio do irmão Ney Leprevost (União); e Mauro Bobato (Podemos), que poderia ser o candidato a Presidente do grupo.
A esperança desse grupo é aumentar seu número com uma possível adesão dos vereadores de oposição a Greca, que teriam rejeição a Osias Moraes, um ultraconservador que liderou a perseguição a Renato Freitas (PT). Mas não está claro se isso vai acontecer.
A eleição da Câmara é decidida em primeiro lugar pela formação de blocos partidários. O maior bloco formado tem a prerrogativa de indicar o candidato a presidente. Os demais postos são distribuídos de acordo com o tamanho dos blocos, com votação entre os candidatos que pertencem ao grupo que tem direito à vaga.


Difícil, ou é apoiador dos inimigos dos professores como o Greca ou é da turma evangélica
A única coisa que o Fachinello entende é ser narrador de futebol. O resto é só puxa-saquismo mesmo. Triste ter que aturar esse racista como vereador. Só lembrar como o Renato Freitas foi tratado na câmara. Triste por Curitiba não pelos curitibanos que elegeram esses tralhas.
Bom dia! Não acompanho tanto o trabalho dele, mas pelo menos no discurso é mais sereno e conciliador. Um tempo antes eu acreditava que o péssimo Pier teria alguma chance de presidir por ser o líder do governo. Menos mal.
Facinello merece! Um político sério e preocupado com os problemas sociais da cidade
Imagino o nível da Câmara