ROBERTO FELLIPE DE OLIVEIRA CHAVES

Conheça melhor ROBERTO FELLIPE DE OLIVEIRA CHAVES, que disputou em 2020 uma vaga de VEREADOR em ITAÚNA DO SUL

ROBERTO FELLIPE DE OLIVEIRA CHAVES é ESTUDANTE, BOLSISTA, ESTAGIÁRIO E ASSEMELHADOS natural de ITAÚNA DO SUL, é SOLTEIRO(A), tem o SUPERIOR INCOMPLETO e se declara do gênero MASCULINO e da raça, cor ou etnia PRETA.

Não está ainda registrado como candidato em 2022

Candidatou-se em 2020 a VEREADOR em ITAÚNA DO SUL, no Paraná pelo REPUBLICANOS (PR) com o nome de urna ROBERTO FELLIPE. Obteve 0 votos e terminou a eleição #NULO#. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 12307.75. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 0 e pagos R$ 0, restando um saldo de R$0.

Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por ROBERTO FELLIPE DE OLIVEIRA CHAVES em ITAÚNA DO SUL foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 3500.

Não foi candidato em 2018 Não disputou nenhum cargo em 2016

Sobre o REPUBLICANOS no Paraná

O partido Republicanos elegeu dois deputados federais pelo Paraná e nenhum deputado estadual. O partido teve um discreto crescimento em 2020, com a eleição de 5 prefeitos (de 2 na eleição anterior) e de 88 vereadores (de 58 na eleição anterior).

Sobre a eleição para VEREADOR

A disputa por uma vaga de vereador é uma conta um pouco mais complexa do que a eleição direta para cargos executivos (prefeito, governador). O número de vereadores de uma cidade é definido pelo número de habitantes do município determinado pelo Censo do IBGE (o Brasil, pela primeira vez na história, atrasou a realização do Censo de 2020, que está sendo feito em 2022). Já o número de eleitos por partido é determinado pelo quociente eleitoral, que é o total de votos válidos na eleição dividido pelo número de cadeiras da Câmara.

Em Curitiba, por exemplo, a Câmara Municpal tem 38 vagas para vereadores com mandato de quatro anos. Em 2016, o quociente eleitoral da Casas foi de 23.181 votos. Isso quer dizer que para eleger um vereador, cada partido ou coligação teve que somar mais de 23 mil votos. E o eleito é o candidato com maior votação dentro desse partido ou coligação. Em 2016, cada vereador eleito conseguiu, em média, pouco mais de 6 mil votos nominais (votos diretos para ele). Ou seja, se elegeram com os votos de outros companheiros de chapa e votos do partido.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O Plural se reserva o direito de não publicar comentários de baixo calão, que agridam a honra das pessoas ou que não respeitem níveis mínimos de civilidade. Os comentários são moderados por pessoas e não são publicados imediatamente.

ROBERTO FELLIPE DE OLIVEIRA CHAVES é ESTUDANTE, BOLSISTA, ESTAGIÁRIO E ASSEMELHADOS natural de ITAÚNA DO SUL, é SOLTEIRO(A), tem o SUPERIOR INCOMPLETO e se declara do gênero MASCULINO e da raça, cor ou etnia PARDA.

Não está ainda registrado como candidato em 2022

Candidatou-se em 2020 a PREFEITO em ITAÚNA DO SUL, no Paraná pelo REPUBLICANOS (PR) com o nome de urna ROBERTO FELLIPE . Obteve 33 votos e terminou a eleição NÃO ELEITO. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 123077.42. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 0 e pagos R$ 0, restando um saldo de R$0.

Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por ROBERTO FELLIPE DE OLIVEIRA CHAVES em ITAÚNA DO SUL foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 3500.

Não foi candidato em 2018 Não disputou nenhum cargo em 2016

Sobre o REPUBLICANOS no Paraná

O partido Republicanos elegeu dois deputados federais pelo Paraná e nenhum deputado estadual. O partido teve um discreto crescimento em 2020, com a eleição de 5 prefeitos (de 2 na eleição anterior) e de 88 vereadores (de 58 na eleição anterior).

Sobre a eleição para PREFEITO

Talvez a eleição que mais tenha reflexo no dia a dia da população seja a para prefeito, que é o administrador da cidade, responsável pelo planejamento da cidade e execução do orçamento municipal. A última eleição municipal ordinária (ou seja, do calendário regular) no Brasil aconteceu em 2020, em plena pandemia de Covid-19. Por conta da situação de emergência de saúde pública, a eleição em si foi adiada de outubro para novembro.

Pela legislação brasileira, municípios com mais de 200 mil habitantes podem ter um segundo turno nas eleições caso um candidato não tenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno. Em todo país, 96 cidades podem ter segundo turno. No Paraná, são seis cidades: Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel e São José dos Pinhais.

Como toda eleição, a escolha de um novo prefeito é feita a partir dos votos válidos. Ou seja, os votos nominais para os candidatos. Votos em branco, nulos ou a ausência do eleitor não é levada em consideração nesse cálculo. Portanto não há previsão de cancelamento da eleição caso a maior parte da população decida não votar ou anular o voto.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O Plural se reserva o direito de não publicar comentários de baixo calão, que agridam a honra das pessoas ou que não respeitem níveis mínimos de civilidade. Os comentários são moderados por pessoas e não são publicados imediatamente.

Rolar para cima