A coluna Lado B entrevista o jornalista, que é colunista social em Curitiba há 20 anos.
Você é fiel ao Fidel? E aos charutos cubanos?
Fidelíssimo ao Fidel. Eu e ele somos quase um só, cúmplices em tudo. Temos altas conversas durante os nossos passeios. Não me vejo saindo de casa em momentos de lazer sem a companhia dele.
Quanto aos charutos, cubanos sempre. Charuto está para Cuba como o champanhe está para a França. São inigualáveis, ainda que existam bons charutos off Cuba.

Muita gente não sabe que, ao vir de Jacarezinho para Curitiba, você era ator. Teu passado te condena?
Absolutamente. Fiz parte de um grupo de teatro em Jacarezinho e acalentei esse sonho de adolescente. Já em Curitiba, fiz algumas peças, teleteatro no Canal 6 e até participei de um longa-metragem. Mas o jornalismo falou mais alto. Eu seria um canastrão como ator.

Se fosse obrigado a escolher uma comida, para comer apenas ela o resto da vida, qual seria: strogonoff do Île de France ou uma refeição do Madalosso?
Se as opções fossem só essas, o strogonoff do Île dez France, com todo o respeito ao Madalosso. Ocorre que não como frango, mas adoro os coadjuvantes do Madalosso. Mas o strogonoff do Île é dos deuses.
Qual o teu livro de cabeceira?
Têm vários. A História do Século XX (Martin Gilbert, editora Planeta, 2017), O Futuro É Smart (André Telles, editora APC, 2018) e Uma Breve História da Humanidade (Yuval Noah Harari, editora LP&M, 2014).

Que tal virar avô?
Uma coisa fantástica, meio inexplicável. Olhar um serzinho que é sangue do seu sangue e saber que ele [no caso, ela] é fruto de um fruto seu e dará continuidade à sua jornada duplamente, é emocionante. Sem falso trocadilho, estou curtindo à beça.
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