No geral, sou um homem tolerante e até jogo migalhas pros passarinhos da Santos Andrade aos domingos, mas existem certos valores pétreos na minha constituição – mexer nisso é como fazer golden shower na tomada elétrica do meu autocontrole.
Em milnovecentosenoventaenove, por uma divergência sobre o melhor disco do My Bloody Valentine, matei uma pessoa.
Admito tudo, menos gente que não entende de My Bloody Valentine.
