Com a cassação de Renato Freitas praticamente assegurada, os vereadores de Curitiba parecem estar se animando para ir atrás agora de outro alvo negro na Câmara. Agora o alvo é Carol Dartora (PT), primeira mulher negra eleita para um cargo público na cidade.
O presidente da Câmara, Tico Kuzma (Pros) decidiu enviar para a Corregedoria dois casos em que carros oficiais foram vistos supostamente em situação “suspeita”. Não é de espantar que um seja do mandato de Renato Freitas e o outro, de Carol Dartora.
Renato disse que estava falando com a população de rua na Praça Ruy Barbosa. A suspeita foi levantada porque ele teria sido visto com a mãe e a filha no carro. Ele diz que sua mãe estava ali perto e, como o carro da Câmara ia levá-lo para casa, levou as duas também.
O caso de Dartora é ainda menos problemático. A suspeita surgiu pelo fato de o carro ter sido visto na estrada entre Ponta Grossa e Curitiba. Só isso. A vereadora explicou que estava em reunião política em Maringá e estava voltando. Não há nenhum impedimento para que o carro oficial seja usado fora da cidade.
No entanto, a depender do tratamento dado pela corregedora Amália Tortato (Novo) e pelo Conselho de Ética ao caso de Renato Freitas, dá para imaginar que essas duas tolices possam virar grande coisa. Quem sabem não conseguem cassar todos os negros antes do fim do mandato? Afinal, nem faltam tantos.


“O caso de Dartora é ainda menos problemático” – bora passar pano! A mulher ESTAVA FORA DE CURITIBA / RMC! O caso de Renato é que é menos problemático. O homem tava dentro de Curitiba, a caminho da casa que ele divide com a mãe e a filha! A Dartora está em pré-campanha ELEITORAL junto com Requião há tempos. O Renato tava na XV ajudando pessoas em situação de rua. São casos BEEEMMM diferentes e a Dartora é quem fez coisa errada. Coitado do Renato, recebe ataque da direita e da esquerda que não gosta de gente pobre na câmara. Pelo amor de Deus!
É óbvio a perseguição. Falso moralismo.
Rosiane, eu sou aposentada da saúde e assistia bastante os vídeos no youtube da Câmara de Curitiba. Me preocupava também o choro da menina da Amália. Não aconteceu em só uma ocasião, acontecia em muitas reuniões. Lembro bem desse dia da oxigenoterapia, a Amália fez deboche dos pacientes, dizendo que querer oxigenoterapia era a mesma coisa que querer champagne com cachorro quente. Todos os vereadores trabalhavam com as criancinhas deles do lado, mas me preocupava muito a frequência do chorinho da Giovanna. A gente que trabalha cuidando profissionalmente de crianças fica bem atenta pra essas coisas. Dê uma olhada nos vídeos do ano passado, acho que era em fevereiro ou março.
Carol tem que ter o mandato cassado. O carro estava sendo usado em Maringá! Tem um monte de coisa nas redes sociais dela que dizem que ela está em pré-campanha com o Requião. Eu concordo que ESSE tipo de mal uso de carro pago com dinheiro público seja punido. Mas não concordo com as críticas ao colega dela, aquele Renato só tava dando carona pra mãe dele. Se o carro é um local de trabalho, então isso significa que a mãe dele não pode visita-lo no gabinete ou usar o banheiro da câmara “porquê é dinheiro público”? A Carol nitidamente abusou, o Renato não abusou – ele tava em Curitiba, ela tava do outro lado do Paraná! O Requião saca dessas coisas, ELE não tem nada a perder (só as eleições pra governador que já perdeu).
Certamente se o carro fosse de outro vereador, um dos amigos desse tal de Tico Kuzma, o cara ia passar o pano, se é que já não passou e mais de uma vez
Acho que o Ernani quis dizer foi mais sobre preocupação com o bem estar da filha da vereadora. O que é um ponto muito válido. Não sei direito do caso Henry que ele menciona, mas cuidar das crianças é um dever da sociedade e tem que se ficar atento com sinais, como por exemplo, quando uma criança está sempre chorando por muitos dias, em várias ocasiões – especialmente quando é uma criança que ainda não fala direito. Um pai ou uma mãe responsável ficaria feliz que a sociedade se preocupa com o bem estar da criança dele/dela – ao invés de atacar quem se preocupa.
Em alguns países quando o homem é investigado por violência contra mulheres, os serviços sociais muitas vêzes exigem que filhas e filhos desse homem tenham visita supervisionada ou guarda completamente retirada. Essa prática é ainda mais rígida quando o homem tem porte de armas ou é abertamente pró-armas ou conectado a investigações envolvendo a atentados contra o Estado.
Num contexto mais amplo, é de conhecimento comum que o Partido Novo, Livres, MBL, RenovaBr e alguns outros grupos agem de forma co-ordenada e unificada – raramente fingindo alguma discordância diante das câmeras. Então é óbvio que o grupo de amigos Eder Borges, Amalia Tortato, Denian Couto et al vão dar sequência a qualquer perseguição iniciada por algum desses grupos. São mini times dentro do mesmo “timão”.
Eles tiveram êxito no caso da igreja, e vão tirar o mandato de um homem que não fez nada de errado; e eles vão replicar a mesma receita até removerem todos que cruzem o caminho deles. Eles tem obsessão. E não espantaria se o e-mail racista tivesse sido enviado por alguém desses grupos.
Oi Michele, tudo bem? Olha, eu entendi o que ele quis dizer. Só estou ponderando que é preciso criticar ou denunciar com critério. O caso Henry é um caso de violência extrema contra uma criança que acabou morrendo em decorrência dessa violência. Comparar isso com uma criança que chorou durante uma videoconferência é, no mínimo, leviano.
Uma coisa é discordar e criticar das ações dos vereadores. Outra é levantar denúncias que não se sustentam. Eu pessoalmente não recomendo esse último porque desqualifica o debate.
Rosiane
Amália é muito confortável em ter amizade com Denian, que já foi denunciado por abuso contra mulheres, e em deixar a Giovanna, filha dela pequena chorando durante sessões plenárias híbridas. Numa das ocasiões ano passado a Giovanna tinha batido a cabeça e a Amália continuou na sessão como se criancinha machucando a cabeça não fosse coisa grave. Isso aconteceu dias antes do caso Henry – aonde um vereador matou o enteado.
Todos os vereadores estavam presentes na sessão híbrida e testemunharam os choros da Giovanna. NINGUÉM interviu pra saber do bem estar a criança. Só concluíram que “criança chora”. Tá tudo gravado, tá tudo no youtube.
Ninguém pediu por investigação, pq não se pode duvidar que uma mulher branca vereadora, descendente de italiano, falhe em ter como prioridade o cuidado com sua criança. Numa das várias ocasiões, a Amália sequer foi ao socorro da criança que chorava e ficou insistindo em derrubar um projeto sobre oxigenoterapia, no auge da pandemia, que iria salvar a vida de muitas pessoas. O projeto foi derrubado.
Mães tem que trabalhar, inclusive vereadoras. Sim, crianças choram por vários motivos, INCLUSIVE quando estão machucadas. Eles poderiam ter pedido pra uma Assistente Social visitar a Giovanna, ver se ela estava bem.
Oi Ernani, olha, eu como mãe e mulher acho complicado que você use o choro de uma criança e uma imagem parcial para condenar uma mãe que trabalha. Eu já participei de eventos online em que meus filhos insistiam em ficar por perto. Algumas vezes inclusive chorando. Mas, claro, havia outra pessoa os atendendo, o que não impede o barulho nem o choro. Quem estava me vendo no vídeo só estava ME vendo, e não o cuidado e a ação de outros ou mesmo minha para atender as crianças.
O trabalho remoto e as reuniões online invadem um espaço que é privado e com isso vem o barulho e a presença das crianças e, infelizmente, o julgamento das pessoas. Crianças caem, se machucam, choram mesmo quando sob a supervisão de adultos. E o choro não pára instantaneamente.
Acho que a vereadora precisa ter seu trabalho analisado e questionado sempre que necessário. Mas daí a atacar sua maternidade com base em informação parcial é um passo que não devemos dar.
Obrigada pela audiência
Galindo, essa reportagem é uma pela de ASCOM da Carol Dartora. Isso se chama militância, não jornalismo. Você SABE que ela estava fazendo CAMPANHA ELEITORAL em Maringá utilizando o carro oficial da CMC para o deslocamento. Ou, em outras palavras, ela tava angariando voto para outubro usando o dinheiro do contribuinte curitibano. Ai se fosse um Vereador da base do Prefeito ou um Político de direita hein??? O caixa-zero iria à loucura. É essa hipocrisia que mata a Política e o Jornalismo BR, todo mundo tem o rabo preso com alguém… É deprimente
Que absurdo! Que falta de coerência! Renato por mim pode usar meu dinheiro de contribuinte pra levar a mãe e a filha pra casa SIM! E SEMPRE QUE QUISER! LEVE E TRAGA TODO DIA! Que horroroso seria de Renato ir pra casa de carro e mandar a bebezinha dele e a mãe idosa dele voltarem de ônibus! Essa gente perdeu a noção!
Renato não tava comprando roupa nenhuma! Ele não tá segurando nenhuma sacola e pegar exame e passar na farmácia não é fazer compras nem aqui nem na China!
Eu hein, pra mim esse MBL tá colocando rastreador nos carros dos vereadores, sem autorização! E isso é assédio e perseguição. Gente muito perigosa esse MBL/RenovaBr.
Aonde já se viu ficar filmando criancinha e idosa sem autorização e daí publicar nas redes sociais??! Quantas outras pessoas vulneráveis o MBL tem filmado sem autorização?
Se o MBL se concentrasse no uso dos veículos oficiais do Estado do Paraná, eles teriam muito mais notícia! E sem precisariam ficar assediando e perseguindo – é só puxar dados como multas e ver pra quem os veículos são repassados e pra quem os veículos não são repassados. Por exemplo, vejam quais prefeituras são favorecidas com veículos e quais entidades são negadas veículos. Veja quais veículos particulares estão sendo abastecidos com gasolina do Estado.
MBL sofre de uma mistura de maldade e preguiça. Se eles REALMENTE quisessem combater o mal dos veículos, eles começariam pelos DADOS municipais e estaduais e não por assédio de criança.
E todo mundo sabe que churrasco ou polentada não é atividade parlamentar. Todo mundo sabe que jogar tênis ou futebol não é atividade parlamentar. Todo mundo lembra do caso da COTRANS.
Plural, vocês já entrevistaram a ENISA ou a EUROPOL, pra saber das atualizações sobre investigações do e-mail racista e ameaçador que Renato Freitas recebeu? O envio do e-mail está conectado a alguém do MBL?
Sinhazinha Amália, funcionária do Partido Novo / Livres, quem vai decidir se Renato Freitas e a outra vereadora preta podem ficar na Casa Grande?
Sinhá num vai deixar.
Esses dias a Amália faltou sessão plenária pra levar parente no médico. Ninguém abriu inquisição sobre isso.
A bebezinha do Renato Freitas foi filmada sem autorização. E a mãe de Renato é idosa. Renato Freitas tem obrigações POR LEI de cuidar de ambas!
A outra vereadora não faz segredo que ela está fazendo pré-campanha pro Requião. O caso dela é mais complicado. Afinal, ela só atende demanda da população que faz “L” com a mãozinha – como mostra nas fotos das redes sociais dela?!
Mas também… tá cheio de vereador de direita que falta sessão plenária pra ir pra Brasília. Dinheiro público é dinheiro público – com carro ou sem carro.
Tadinha dela!!! Por favor ne, nada tem haver com racismo e sim com irregularidades funcionais pelo uso de veiculo de forma não apropriada.