Por que há tantos indígenas dormindo nas ruas de Curitiba?

Foto: Emerson Nogueira

No começo de 2020, Curitiba fechou sua única Casa de Passagem Indígena.

Foto: Emerson Nogueira/Parágrafo2

Ela havia sido inaugurada em 2015 como uma espécie de centro de acolhimento para pessoas que saem de suas aldeias em busca de renda com a venda de artesanatos pelas ruas da cidade.

Foto: Sandra Nodari

De acordo com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), a transição periódica das famílias faz parte da cosmologia dos povos originários.

Foto: Sandra Nodari

No entanto, o Plural já mostrou, em diversas ocasiões, o sofrimento de indígenas que têm dormido na rua e o descaso do poder público.

No início de dezembro, cerca de 30 Kaingang de Rio das Cobras vieram à capital para vender artesanato. Crianças e adultos passaram a noite ao relento, cenário que se repete.

Foto: Sandra Nodari

No meio de dezembro de 2021, a Assembleia Legislativa do Paraná convocou uma reunião com a Fundação de Ação Social (FAS) de Curitiba para debater o problema. Após cinco horas, o encontro foi encerrado sem solução.

Foto: Mandato Deputado Goura

“Foi bastante frustrante. Os indígenas deram várias alternativas de solução e a equipe da FAS, que estava online, não tinha autonomia para prosseguir.” Fabiane Pieruccini, juíza que intermediou a reunião

Foto: Mandato Deputado Goura

Entenda melhor a situação na reportagem do Plural

Reportagem: Maria Cecilia Zarpelon  Roteiro: Jess Carvalho