Louis Latour, vinícola centenária com mais vinhedos grands crus da Borgonha

Maison comandada pela 11ª geração da família se destaca pela tipicidade de seus brancos e tintos

Fotos: divulgação Louis Latour 

A Louis Latour Fundada em 1797, a empresa é comandada desde 1999 por Louis-Fabrice Latour, da 11ª geração da família fundadora, que se estabeleceu na região de Aloxe-Corton em 1731.

Século 19 Em 1834, a Louis Latour reformou o histórico Château Corton Grancey para que se tornasse a primeira vinícola planejada da França e, hoje, a mais antiga em operação.

Mais de 200 anos de história A trajetória da Louis Latour está intimamente associada à da Cote D’Or, na Borgonha, uma das mais celebres regiões produtoras de vinhos do mundo. A empresa exporta milhões de garrafas todos os anos.

11 gerações da mesma família O negócio demonstrou grande resiliência ao longo dos séculos, tendo passado por crises, guerras e pragas, que na segunda metade de 1800 dizimou os vinhedos na Europa e outras regiões do mundo.

Visita ao Paraná Apesar do preço dos vinhos ser inacessível para a maioria da população, mas seu consumo cresce anos após anos no Paraná, o que justificou a primeira vinda a Curitiba de dois representantes da vinícola.

A vinícola apresenta dois tintos…

Chassagne Montrachet 2019 (R$ 750)

Chateau Corton Grancey Grand Cru 2018 (R$ 1.800)

…e dois brancos ao mercado nacional

Chablis Premier Cru 2020 (R$ 590)

Corton Charlemagne Grand Cru 2018 (R$ 2.400)

O que é um vinho Grand Cru É a denominação de origem controlada (AOC na sigla em francês) que define os melhores vinhos da Borgonha – apenas 1,3% do vinho produção obtém essa classificação.

Tonéis de carvalho A empresa é também a única a ter tanoaria própria na Borgonha. São feitos cerca de 3.000 toneis de carvalho francês por ano, metade dos quais para produção própria e o restante para o mundo inteiro.

Mudanças climáticas “Nos últimos quatro a cinco anos, à exceção deste, tivemos invernos muito amenos, o que faz florescer muito cedo a videira que fica exposta às geadas da primavera”, explica o diretor Bruno Peppin.

Reportagem: Andrea Torrente Roteiro: Larissa Santin

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