MONARA EMILI COSTA MARTINS DE SOUZA

Conheça melhor MONARA EMILI COSTA MARTINS DE SOUZA, que disputou em 2020 uma vaga de VEREADOR em PRIMEIRO DE MAIO

MONARA EMILI COSTA MARTINS DE SOUZA é AUXILIAR DE ESCRITÓRIO E ASSEMELHADOS natural de PRIMEIRO DE MAIO, é SOLTEIRO(A), tem o ENSINO MÉDIO COMPLETO e se declara do gênero FEMININO e da raça, cor ou etnia BRANCA.

Não está ainda registrado como candidato em 2022

Candidatou-se em 2020 a VEREADOR em PRIMEIRO DE MAIO, no Paraná pelo MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO (PR) com o nome de urna MONARA COSTA. Obteve 0 votos e terminou a eleição #NULO#. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 12307.75. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 0 e pagos R$ 0, restando um saldo de R$0.

Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por MONARA EMILI COSTA MARTINS DE SOUZA em PRIMEIRO DE MAIO foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 0.

Não foi candidato em 2018 Não disputou nenhum cargo em 2016

Sobre o MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO no Paraná

O MDB elegeu em 2018 dois deputados federais e dois deputados estaduais. Em 2020, o partido conquistou 28 prefeituras e 396 cadeiras em Câmaras Municipais em todo Paraná.

Sobre a eleição para VEREADOR

A disputa por uma vaga de vereador é uma conta um pouco mais complexa do que a eleição direta para cargos executivos (prefeito, governador). O número de vereadores de uma cidade é definido pelo número de habitantes do município determinado pelo Censo do IBGE (o Brasil, pela primeira vez na história, atrasou a realização do Censo de 2020, que está sendo feito em 2022). Já o número de eleitos por partido é determinado pelo quociente eleitoral, que é o total de votos válidos na eleição dividido pelo número de cadeiras da Câmara.

Em Curitiba, por exemplo, a Câmara Municpal tem 38 vagas para vereadores com mandato de quatro anos. Em 2016, o quociente eleitoral da Casas foi de 23.181 votos. Isso quer dizer que para eleger um vereador, cada partido ou coligação teve que somar mais de 23 mil votos. E o eleito é o candidato com maior votação dentro desse partido ou coligação. Em 2016, cada vereador eleito conseguiu, em média, pouco mais de 6 mil votos nominais (votos diretos para ele). Ou seja, se elegeram com os votos de outros companheiros de chapa e votos do partido.

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