BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Plural - ECPv6.5.1//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://stg2.plural.jor.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Plural
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20240101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240322T190000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240324T200000
DTSTAMP:20260617T180355
CREATED:20240324T040315Z
LAST-MODIFIED:20240324T043809Z
UID:334232-1711134000-1711310400@stg2.plural.jor.br
SUMMARY:Espetáculo “Os Analfabetos” com Guta Stresser (e Cia. À Curitibana)
DESCRIPTION:O espetáculo gratuito\, que tem direção de Adriano Petermann\, terá três datas no Miniauditório do Guaíra \n“Trata-se da incomunicabilidade e da constante necessidade de adequação aos diferentes papéis que nos obrigamos a exercer ao longo da vida\, em confronto com nossos sentimentos reprimidos. O fato é que todos nós somos sentimentalmente analfabetos”. Essa é a premissa básica do drama psicológico “Os Analfabetos”\, que a Cia. À Curitibana apresenta nos dias 22\, 23\, e 24\, no Auditório Glauco Flores de Sá Brito\, o Miniauditório. \nO elenco do espetáculo\, que está sendo produzido com recursos da Lei Paulo Gustavo\, é composto por Guta Stresser\, Stella Mariss\, Guenia Lemos\, Gabriel Gorosito\, Elisan Correia\, e Anderson Fregolente. \nA direção da peça\, que faz sua segunda temporada em Curitiba é de Adriano Petermann\, com texto de Paula Goja.  “Os Analfabetos é uma peça de uma linguagem muito fácil\, que trata das relações humanas. As pessoas vão reconhecer o que é dito no palco porque\, talvez\, já disseram em algum momento de suas vidas. Vamos entregar ao público um espetáculo que faça refletir\, que emocione e divirta!”\, diz Stella Mariss. \n“Os Analfabetos” experimenta uma categoria pouco conhecida entre os instrumentos de acessibilidade disponíveis\, que é a dramaturgia inclusiva\, que não apenas descreve a cena\, mas traz uma abordagem mais poética em forma de texto dramatúrgico. “Nós não estamos falando apenas do texto da peça. Incluimos o cenário\, figurino\, adereços\, pois é uma dramaturgia cênica. Nós temos cinco sentidos\, então\, nós não trabalhamos pelo que falta\, mas pelo que existe\, como a audição e a sensibilidade tátil”\, diz a Juliana Partyka\, responsável pela dramaturgia inclusiva. São usados elementos que favoreçam uma acessibilidade estética e não apenas comunicacional\, aquela que transforma imagem em palavras.  “É uma ferramenta que convida a plateia a ser coautor do espetáculo\, é mais poética. Não vou falar de uma pessoa branca\, com óculos de armação vermelha\, pra exemplificar. Vou dizer que a pessoa fica muito bonita com esses óculos. Transformo descrição em alternativa poética”\, explica.  “Recebemos pessoas que se encantam com a nova proposta porque conseguem ter uma dimensão do todo\, incluído no próprio texto”\, complementa Partyka. \nA companhia também fez questão de dar uma atenção especial aos cadeirantes\, facilitando o acesso dessas pessoas e procurando proporcionar um ambiente no qual todas se sintam confortáveis e respeitadas dentro do teatro.  Além disso\, o espetáculo também será apresentado por um intérprete de Libras\, com foco não só na tradução do texto em si\, mas na interpretação do que está sendo mostrado na peça. “O tradutor sempre está atuando para identificar a fala dos atores. A gente estuda os trejeitos dos personagens para sinalizar o texto durante a peça”\, explica o “traduator” (tradutor que também atua) de Libras Jonatas Rodrigues Medeiros. A cotradutora surda Rafaela Hoebel também participa da interpretação do texto da peça\, ao lado de Jonatas. \nA entrada para o espetáculo “Os Analfabetos” é gratuita nos três dias. Depois dessa curta temporada\, a peça será apresentada no Festival de Curitiba\, no dia 2 de abril\, também no Miniauditório. \nOs Analfabetos \nO tema do trabalho é a incomunicabilidade nas relações humanas e a constante necessidade de adequação aos diferentes papéis que nos obrigamos a exercer ao longo da vida prática e racional\, em confronto com os sentimentos reprimidos dia a dia. “Todos nós somos sentimentalmente analfabetos. Como é que nós vamos compreender uns aos outros se nada sabemos a respeito de nós mesmos?”\, questiona a personagem Mariana\, vivida por Guta nessa montagem que é inspirada em obras do sueco Ingmar Bergman e do dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues. \nO palco é minimalista\, pois não existe praticamente nenhum cenário. A intenção é direcionar a atenção do público para o trabalho dos atores e atrizes\, que atuam diante de um intenso contraste entre luz e sombra. “Em cena\, o desejo de ser amado\, de experimentar\, de pertencer. O deboche\, o jogo de palavras\, as amarguras\, as lembranças\, a carência\, os desejos reprimidos\, o cansaço e a sociedade opressora são questões que norteiam os conflitos vividos pelos personagens”\, explica Adriano Petermann. \nO espetáculo também é um dos primeiros após a mudança de nome da Cia. Portátil\, de Adriano e Stella Mariss\, para À Curitibana. “É uma nova etapa da companhia que nasceu aqui\, fez pesquisa de linguagem e agora\, mais do que nunca\, quer desenvolver uma linguagem teatral a ‘la curitibana’\, que é diferente do teatro carioca e paulista. É uma linguagem muito própria”\, observa Stella Maris. \nFicha Técnica: \nTexto: Paula Goja. \nDireção: Adriano Petermann. \nAtores e atrizes: Guta Stresser\, Guênia Lemos\, Stella Mariss\, Gabriel Gorosito\, Anderson Fregolente e Elisan Correia. \nLuz: Nanda Mantovani e Wagner Corrêa \nSonoplastia: Adriano Petermann \nDesigner visual: Stella Mariss \nFigurino e Maquiagem: Aldice Lopes \nAssessoria de Imprensa: Adriane Perin (De Inverno Comunicação) \nProdução e Realização: Cia. À Curitibana e Teatro Guaíra. \nApoio Cultural: Lei Paulo Gustavo\, Teatro Guaíra e Governo do Paraná\, Círculo Militar\, APP Sindicato\, Escondidinho da Sete\, O Pão que o Viado Amassou\, Rause Café\, Rico Sabor. \nServiço: \nO que: Peça “Os Analfabetos”. \nQuando: De 22 a 24 de março\, às 19h. \nOnde: Auditório Glauco Flores de Sá Brito\, o Miniauditório (Rua Amintas de Barros\, 70\, Centro). \nQuanto: Entrada gratuita. Retirar o ingresso uma hora antes.
URL:https://stg2.plural.jor.br/evento/espetaculo-os-analfabetos-com-guta-stresser-e-cia-a-curitibana/
LOCATION:Miniguaira – Auditório Glauco Flores de Sá Brito do Teatro Guaíra\, Rua Amintas de Barros\, s/nº\, Curitiba\, Paraná\, 80060-000\, Brasil
CATEGORIES:Teatro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://stg2.plural.jor.br/wp-content/uploads/2023/10/os-analfabetos.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240328T190000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240329T190000
DTSTAMP:20260617T180355
CREATED:20240325T195610Z
LAST-MODIFIED:20240327T220837Z
UID:334305-1711652400-1711738800@stg2.plural.jor.br
SUMMARY:Festival de Curitiba: 'Outono' espetáculo de dança-teatro estreia em Curitiba
DESCRIPTION:Espetáculo “Outono”\, da Cia Mineira\, de São João del-Rei e Belo Horizonte\, chega pela primeira vez a Curitiba. “Outono”  une as linguagens do teatro e da dança\, oferecendo uma narrativa híbrida que reflete de forma lúdica a relação entre o ser humano e a natureza. A peça tem direção de Diego Matos e atuação de Júnio de Carvalho e Priscila Natany. \nAs apresentações fazem parte da Mostra Minas\, mostra que traz três espetáculos de Minas Gerais para o Fringe\, dentro do Festival de Teatro de Curitiba. \nOutono é um espetáculo que mistura as linguagens da dança e do teatro e pode ser considerado uma metáfora existencial dos nossos tempos. Remonta paisagens de uma sociedade tomada pelo conflito entre a natureza humana e o mundo artificial. No palco\, dois atores envolvem a plateia em uma partitura delicada e repleta de desafios físicos. A dinâmica coreográfica ecoa de modo a convidar todos a repensarem não apenas a dança\, mas também os fios invisíveis que nos conectam à natureza e ao nosso próprio ser. \nIngressos para o espetáculo podem ser adquiridos online (aqui).
URL:https://stg2.plural.jor.br/evento/festival-de-curitiba-outono-espetaculo-de-danca-teatro-estreia-em-curitiba/
LOCATION:Caixa Cultural de Curitiba\, R. Conselheiro Laurindo\, 280\, Curitiba\, Paraná\, 80060-100\, Brasil
CATEGORIES:Teatro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://stg2.plural.jor.br/wp-content/uploads/2024/03/Outono.-Foto-Hermes-Oliver-3-scaled.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240330T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240331T160000
DTSTAMP:20260617T180355
CREATED:20240325T202914Z
LAST-MODIFIED:20240327T220757Z
UID:334313-1711796400-1711900800@stg2.plural.jor.br
SUMMARY:Festival de Curitiba: espetáculos infantis ‘Alumia’ e ‘Eba! A extraordinária biblioteca de alexandria’ estreiam no Fringe
DESCRIPTION:Desde 2002 atuando em Curitiba\, a Alameda Cia Teatral traz para o Festival de Curitiba 2024 dois espetáculos que buscam trazer um novo conceito de teatro infantil. Na descoberta de dramaturgias e elementos cênicos que não menosprezam a capacidade cognitiva das crianças\, ‘Alumia’ e ‘Eba! A extraordinária biblioteca de Alexandria’ chegam ao Fringe nos dias 30 e 31 de janeiro no Teatro Enio Carvalho. \nEm ‘Eba! A extraordinária biblioteca de Alexandria’\, Nico é um duende desgarrado que se perdeu de sua aldeia quando estava em uma missão mundial: preservar o hábito da leitura! Sem conseguir voltar para casa\, foi morar na Biblioteca de Alexandria onde passou a proteger os livros. Lá\, ele conhece Ritinha\, uma ratinha muito simpática\, que é grande admiradora da literatura. Só que Ritinha vive um dilema: Sendo aluna do severo Professor Ratón na “Escola Superior de Roedores Especializados”\, ela precisa roer livros para se formar! Mas ainda bem que a barata Doroteia\, como guardiã de todas as histórias\, está lá para encontrar outras soluções e evitar que algo ruim aconteça. \nA peça acontece no Festival de Curitiba\, na mostra Fringe\, nos dias 30 e 31 de março às 11h no Teatro Enio Carvalho para que toda a família possa assistir. \nJá em ‘Alumia’\,  no lusco-fusco\, entre o dia e a noite\, a menina Antônia se encanta com um vagalume piscando e o segue até o bosque. Sua curiosidade a leva para um universo que a fascina: O dos bichos! Lá\, a Dona Aranha conta e reconta sempre a mesma história\, mas convive em harmonia com Tixa\, uma lagartixa fashionista. Muito boa-praça\, o Sapão vive por ali vigiando tudo enquanto Mustique e Pelotí\, pernilongos franceses\, fazem suas viagens. No entanto\, acontece que os vagalumes Pisca-Pisca\, Pisca-Alerta e Lamparina não conseguem resolver um grande problema: A falta de luz que assombra Antônia. \nAlumia também chega ao Festival de Curitiba na mostra Fringe entre os dias 30 e 31 de março às 16h no Teatro Enio Carvalho. \nO grande destaque dos espetáculos é a sua forma inovadora de fazer teatro para crianças. Sem o conceito de infantilização\, a Alameda traz o resultado de pesquisas no gênero que colocam o público infantil no centro das encenações. Isto é\, sem desqualificar a compreensão das crianças.
URL:https://stg2.plural.jor.br/evento/festival-de-curitiba-espetaculos-infantis-alumia-e-eba-a-extraordinaria-biblioteca-de-alexandria-estreiam-no-fringe/
LOCATION:Teatro Enio Carvalho\, R. Mateus Leme\, 990\, Curitiba\, Paraná\, 80530-010\, Brasil
CATEGORIES:Teatro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://stg2.plural.jor.br/wp-content/uploads/2024/03/Alumia-2-Cred.-Juliana-Luz-scaled.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR